Artista plástico, ensaísta, escritor (sob o pseudónimo de Manuel Tiago) e político.
Presto-lhe homenagem por, ao longo dos anos, e face a todas as vicissitudes a que esteve sujeito, ter sempre sido fiel ao seu ideal. Nos dias que correm não é tarefa fácil, nos dias que ele viveu mais difícil seria.
junho 13, 2005
junho 06, 2005
Esta semana no Templário
Reportagem sobre bloggers tomarenses.
(para saber mais, terá que comprar o jornal, que diga-se de passagem, será um bom investimento)
(para saber mais, terá que comprar o jornal, que diga-se de passagem, será um bom investimento)
junho 01, 2005
maio 27, 2005
Reflexões
Há alguns anos atrás, aliada que andava dos problemas que assolavam o nosso país, achava que era bom viver em Portugal, comparado com outro país onde vivi e outros que visitei. Achava que a joie de vivre que por cá se propagava era suficiente para esquecermos todos os problemas conjunturais, todas as carências sociais e económicas.
Passados uns anos, mais madura e inteiramente inserida na sociedade económica e social, apercebo-me que esta joie de vivre serve de disfarce e de mentalização psicológica para esquecermos o que verdadeiramente afecta o nosso dia-a-dia, no fundo é a máscara utilizada por quem não tem nada, nem aspira a ter, face à conjuntura económica que não nos dá razões para pensarmos de outra forma.
Pensem numa família de classe média, empregados por conta de outrem, que todos os meses vive em função de dois ordenados contados até ao último cêntimo, divididos pelas prestações da casa e do carro, pela escola dos filhos, pelos ateliers de tempos livres, pela água, pela luz, pelo telefone e telemóveis, entre outros que a vossa imaginação ou carteira permita lembrar. Vivem uma vida, uma só, como todos nós, mas uma vida endividada. Conseguem prever a longo prazo o que poderão, ou não poderão ter, durante toda essa vida. Psicologicamente isto é terrível! Saber de antemão, que as coisas mantendo-se como estão, só terão direito àquilo que esses dois ordenados lhes permitam, é avassalador. É uma condenação sem cárcere, mas uma condenação perpétua.
O Estado bem nos aconselha a sermos empreendedores. Porém quando os cêntimos estão contados até ao último, como é que podemos arriscar seja o que for? Ideias talvez não faltem, mas quando, todos os dias, assistimos à falência de um Estado que é o nosso, cujos principais protagonistas nos pintam cada dia um futuro mais negro, para onde vai a coragem? Haverá condições para sairmos do buraco onde nos metemos? Poderemos pedir contas aqueles que nos arrastaram para esta situação? Poderemos algum dia vir a ser europeus? Ou melhor, sentirmo-nos como os outros europeus? Ou seremos para sempre o irmão (ou primo afastado) mais pobre? Sentiremos para sempre este agastamento? Esta discriminação?
Para nos ajudar, este Estado que é o nosso, aumenta-nos os impostos, reduz-nos a qualidade de vida, sem nos dar a certeza de que com estas medidas Portugal será algum dia um País com joie de vivre na verdadeira acepção do termo.
maio 20, 2005
maio 19, 2005
maio 18, 2005
maio 17, 2005
Começa amanhã

Portugal recebe encontro anual da OMT
"A importância crescente de Portugal enquanto destino turístico será o mote para o Encontro Anual da Comissão para a Europa (Organização Mundial de Turismo), agendada em Coimbra, entre os dias 18 e 22 de Maio, na Quinta das Lágrimas.
Aquela que será já a 43º Reunião da Comissão englobará a avaliação das actuais tendências do sector e os resultados da actividade realizada em 2004 e 2005, bem como projecções de crescimento para o biénio 2005-06, e respectivo plano de actividades.
Esta reunião, presidida por Pedro Almeida, representante permanente de Portugal na OMT, incluirá ainda uma conferência internacional. subordinada ao tema: “Futuro no turismo nas cidades europeias”. Entre os oradores convidados, destacam-se o professor Ernâni Lopes, professor Rico Maggi, director do Institute of Economic Research, o professor Heinz-Ricco Scherrieb, do Instituto do Turismo da Suíça e Igor Nemec, responsável pela área do turismo na Câmara Municipal de Praga."
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