dezembro 16, 2004
dezembro 14, 2004
Teoria da conspiração, contraditório e contradições (sem qualquer lógica aparente)
Portugal não ganhou o Europeu
- Durão só pensou na sua carreira e carteira
- Presidente não quis dar Governo a Ferro Rodrigues
- Durão quis acabar com carreira de Santana
- Presidente esperou por Sócrates
- Presidente quis que coligação batesse fundo
- Bancos quiseram Santana
- Bancos denegriram Santana
- Portas fala de coligação
- Portas já não fala de coligação
- Portas eventualmente falará de coligação
- E porque é que não é Santana que fala de coligação?
- Santana demite-se
- Santana demitiu-se para evitar mais nódoas
- Durão não comenta
- Bombardier renascido
- Bombardier é propaganda
- Guterres já previa lamaçal
- Guterres fugiu com o rabo à seringa
- Cavaco já não vai ser Presidente
- Cavaco não gosta de Santana
- Presidente é um caudilho
- Etc, etc, etc
(Nota2; aceitam-se upgrades)
Conclusão: Quem se lixa é o mexilhão!!!
dezembro 13, 2004
Links e afins
Fui hoje dar uma volta ao Technorati ver como é que andava este blog de "linkadelas". Está bonzito, obrigado!
Quero agradecer ao Peter Pan X e ao Araponga os respectivos links e logo que me meta ali nos Templates retribuo ;).
Thanks!
dezembro 10, 2004
Até eles sabem...
"Portugal has become a diversified and increasingly service-based economy since joining the European Community in 1986. Over the past decade, successive governments have privatized many state-controlled firms and liberalized key areas of the economy, including the financial and telecommunications sectors. The country qualified for the Economic and Monetary Union (EMU) in 1998 and began circulating the euro on 1 January 2002 along with 11 other EU member economies. Economic growth has been above the EU average for much of the past decade, but fell back in 2001-03. GDP per capita stands at 70% of that of the leading EU economies.
A poor educational system, in particular, has been an obstacle to greater productivity and growth.
Portugal has been increasingly overshadowed by lower-cost producers in Central Europe and Asia as a target for foreign direct investment. The coalition government faces tough choices in its attempts to boost Portugal's economic competitiveness and to keep the budget deficit within the 3% EU ceiling. "
In CIA (última actualização em 30 de Novembro de 2004)
República Democrática do Congo: A luta de uma mulher pela Justiça
Decidida a defender os seus direitos
Durante a noite um soldado irrompeu pela casa de Kavira Muraulu e violou-a. No dia seguinte ela foi apresentar uma queixa contra ele - o violador e os seus amigos voltaram a sua casa e espancaram-na. Sem se deixar intimidar, Kavira continuou a denunciar o sucedido. Eles perfuraram-lhe o estômago com uma baioneta.
Kavira é uma agricultora com cerca de 50 anos que vive perto de um campo militar em Mangangu, nas proximidades da cidade de Beni, província de Kivu Setentrional, no Este da República Democrática do Congo. Nesta zona, existe um conflito entre diferentes forças armadas há mais de cinco anos e muitas mulheres e raparigas foram violadas, mutiladas e mortas num cenário de completa impunidade.
O homem que violou Kavira no dia 16 de Maio de 2003 era um soldado do campo militar. Quando ela apresentou queixa ao comandante do campo, ele ordenou ao soldado que a indemnizasse em 3 dólares americanos, mas não fez nada quando a ordem foi ignorada. Kavira apresentou queixa ao governador distrital, que a confortou e lhe disse para voltar a casa, mas não tomou qualquer medida para garantir a sua segurança.
O violador e outros soldados apanharam-na enquanto ela trabalhava no campo, amarraram-na e espancaram-na, arrancando-lhe um dente e ferindo-lhe o maxilar. Apenas pararam quando uma outra mulher os ameaçou com uma arma. Kavira foi posteriormente levada ao gabinete do governador, onde este tentou sem sucesso convencê-la a retirar a queixa. Os soldados voltaram a atacá-la, desta vez perfurando-lhe o estômago com uma baioneta.
Apesar da constante pressão por parte das autoridades e de correr perigo de morte, Kavira está determinada a que se faça justiça e a obter uma indemnização.
Todas as forças envolvidas no conflito do Este da República Democrática do Congo têm utilizado as violações em massa e outras formas de violência sexual como forma de aterrorizar e de subjugar as comunidades civis. O gabinete da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários calcula que, entre Outubro de 2002 e Fevereiro de 2003, na província do Kivu Meridional, foram violadas cerca de 5000 mulheres, uma média de 40 por dia.
Em muitos casos, as vítimas de violação são também, deliberadamente, feridas ou mortas.
Milhares de mulheres e raparigas foram forçadas a tornarem-se escravas sexuais ou combatentes, devido ao facto de terem sido raptadas ou como consequência da extrema pobreza em que vivem. Ao trauma das vítimas soma-se o alto risco de poderem contrair HIV. O tratamento médico e psicológico de que necessitam é praticamente inexistente em todo o país.
Os homicídios, as violações e os crimes de violência sexual que estão a ser cometidos na República Democrática do Congo constituem crimes de guerra e crimes contra a Humanidade, no entanto, quase nenhum dos responsáveis respondeu perante a justiça.
In Amnistia Internacional
Durante a noite um soldado irrompeu pela casa de Kavira Muraulu e violou-a. No dia seguinte ela foi apresentar uma queixa contra ele - o violador e os seus amigos voltaram a sua casa e espancaram-na. Sem se deixar intimidar, Kavira continuou a denunciar o sucedido. Eles perfuraram-lhe o estômago com uma baioneta.
Kavira é uma agricultora com cerca de 50 anos que vive perto de um campo militar em Mangangu, nas proximidades da cidade de Beni, província de Kivu Setentrional, no Este da República Democrática do Congo. Nesta zona, existe um conflito entre diferentes forças armadas há mais de cinco anos e muitas mulheres e raparigas foram violadas, mutiladas e mortas num cenário de completa impunidade.
O homem que violou Kavira no dia 16 de Maio de 2003 era um soldado do campo militar. Quando ela apresentou queixa ao comandante do campo, ele ordenou ao soldado que a indemnizasse em 3 dólares americanos, mas não fez nada quando a ordem foi ignorada. Kavira apresentou queixa ao governador distrital, que a confortou e lhe disse para voltar a casa, mas não tomou qualquer medida para garantir a sua segurança.
O violador e outros soldados apanharam-na enquanto ela trabalhava no campo, amarraram-na e espancaram-na, arrancando-lhe um dente e ferindo-lhe o maxilar. Apenas pararam quando uma outra mulher os ameaçou com uma arma. Kavira foi posteriormente levada ao gabinete do governador, onde este tentou sem sucesso convencê-la a retirar a queixa. Os soldados voltaram a atacá-la, desta vez perfurando-lhe o estômago com uma baioneta.
Apesar da constante pressão por parte das autoridades e de correr perigo de morte, Kavira está determinada a que se faça justiça e a obter uma indemnização.
Todas as forças envolvidas no conflito do Este da República Democrática do Congo têm utilizado as violações em massa e outras formas de violência sexual como forma de aterrorizar e de subjugar as comunidades civis. O gabinete da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários calcula que, entre Outubro de 2002 e Fevereiro de 2003, na província do Kivu Meridional, foram violadas cerca de 5000 mulheres, uma média de 40 por dia.
Em muitos casos, as vítimas de violação são também, deliberadamente, feridas ou mortas.
Milhares de mulheres e raparigas foram forçadas a tornarem-se escravas sexuais ou combatentes, devido ao facto de terem sido raptadas ou como consequência da extrema pobreza em que vivem. Ao trauma das vítimas soma-se o alto risco de poderem contrair HIV. O tratamento médico e psicológico de que necessitam é praticamente inexistente em todo o país.
Os homicídios, as violações e os crimes de violência sexual que estão a ser cometidos na República Democrática do Congo constituem crimes de guerra e crimes contra a Humanidade, no entanto, quase nenhum dos responsáveis respondeu perante a justiça.
In Amnistia Internacional
dezembro 06, 2004
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