dezembro 10, 2004
Até eles sabem...
"Portugal has become a diversified and increasingly service-based economy since joining the European Community in 1986. Over the past decade, successive governments have privatized many state-controlled firms and liberalized key areas of the economy, including the financial and telecommunications sectors. The country qualified for the Economic and Monetary Union (EMU) in 1998 and began circulating the euro on 1 January 2002 along with 11 other EU member economies. Economic growth has been above the EU average for much of the past decade, but fell back in 2001-03. GDP per capita stands at 70% of that of the leading EU economies.
A poor educational system, in particular, has been an obstacle to greater productivity and growth.
Portugal has been increasingly overshadowed by lower-cost producers in Central Europe and Asia as a target for foreign direct investment. The coalition government faces tough choices in its attempts to boost Portugal's economic competitiveness and to keep the budget deficit within the 3% EU ceiling. "
In CIA (última actualização em 30 de Novembro de 2004)
República Democrática do Congo: A luta de uma mulher pela Justiça
Decidida a defender os seus direitos
Durante a noite um soldado irrompeu pela casa de Kavira Muraulu e violou-a. No dia seguinte ela foi apresentar uma queixa contra ele - o violador e os seus amigos voltaram a sua casa e espancaram-na. Sem se deixar intimidar, Kavira continuou a denunciar o sucedido. Eles perfuraram-lhe o estômago com uma baioneta.
Kavira é uma agricultora com cerca de 50 anos que vive perto de um campo militar em Mangangu, nas proximidades da cidade de Beni, província de Kivu Setentrional, no Este da República Democrática do Congo. Nesta zona, existe um conflito entre diferentes forças armadas há mais de cinco anos e muitas mulheres e raparigas foram violadas, mutiladas e mortas num cenário de completa impunidade.
O homem que violou Kavira no dia 16 de Maio de 2003 era um soldado do campo militar. Quando ela apresentou queixa ao comandante do campo, ele ordenou ao soldado que a indemnizasse em 3 dólares americanos, mas não fez nada quando a ordem foi ignorada. Kavira apresentou queixa ao governador distrital, que a confortou e lhe disse para voltar a casa, mas não tomou qualquer medida para garantir a sua segurança.
O violador e outros soldados apanharam-na enquanto ela trabalhava no campo, amarraram-na e espancaram-na, arrancando-lhe um dente e ferindo-lhe o maxilar. Apenas pararam quando uma outra mulher os ameaçou com uma arma. Kavira foi posteriormente levada ao gabinete do governador, onde este tentou sem sucesso convencê-la a retirar a queixa. Os soldados voltaram a atacá-la, desta vez perfurando-lhe o estômago com uma baioneta.
Apesar da constante pressão por parte das autoridades e de correr perigo de morte, Kavira está determinada a que se faça justiça e a obter uma indemnização.
Todas as forças envolvidas no conflito do Este da República Democrática do Congo têm utilizado as violações em massa e outras formas de violência sexual como forma de aterrorizar e de subjugar as comunidades civis. O gabinete da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários calcula que, entre Outubro de 2002 e Fevereiro de 2003, na província do Kivu Meridional, foram violadas cerca de 5000 mulheres, uma média de 40 por dia.
Em muitos casos, as vítimas de violação são também, deliberadamente, feridas ou mortas.
Milhares de mulheres e raparigas foram forçadas a tornarem-se escravas sexuais ou combatentes, devido ao facto de terem sido raptadas ou como consequência da extrema pobreza em que vivem. Ao trauma das vítimas soma-se o alto risco de poderem contrair HIV. O tratamento médico e psicológico de que necessitam é praticamente inexistente em todo o país.
Os homicídios, as violações e os crimes de violência sexual que estão a ser cometidos na República Democrática do Congo constituem crimes de guerra e crimes contra a Humanidade, no entanto, quase nenhum dos responsáveis respondeu perante a justiça.
In Amnistia Internacional
Durante a noite um soldado irrompeu pela casa de Kavira Muraulu e violou-a. No dia seguinte ela foi apresentar uma queixa contra ele - o violador e os seus amigos voltaram a sua casa e espancaram-na. Sem se deixar intimidar, Kavira continuou a denunciar o sucedido. Eles perfuraram-lhe o estômago com uma baioneta.
Kavira é uma agricultora com cerca de 50 anos que vive perto de um campo militar em Mangangu, nas proximidades da cidade de Beni, província de Kivu Setentrional, no Este da República Democrática do Congo. Nesta zona, existe um conflito entre diferentes forças armadas há mais de cinco anos e muitas mulheres e raparigas foram violadas, mutiladas e mortas num cenário de completa impunidade.
O homem que violou Kavira no dia 16 de Maio de 2003 era um soldado do campo militar. Quando ela apresentou queixa ao comandante do campo, ele ordenou ao soldado que a indemnizasse em 3 dólares americanos, mas não fez nada quando a ordem foi ignorada. Kavira apresentou queixa ao governador distrital, que a confortou e lhe disse para voltar a casa, mas não tomou qualquer medida para garantir a sua segurança.
O violador e outros soldados apanharam-na enquanto ela trabalhava no campo, amarraram-na e espancaram-na, arrancando-lhe um dente e ferindo-lhe o maxilar. Apenas pararam quando uma outra mulher os ameaçou com uma arma. Kavira foi posteriormente levada ao gabinete do governador, onde este tentou sem sucesso convencê-la a retirar a queixa. Os soldados voltaram a atacá-la, desta vez perfurando-lhe o estômago com uma baioneta.
Apesar da constante pressão por parte das autoridades e de correr perigo de morte, Kavira está determinada a que se faça justiça e a obter uma indemnização.
Todas as forças envolvidas no conflito do Este da República Democrática do Congo têm utilizado as violações em massa e outras formas de violência sexual como forma de aterrorizar e de subjugar as comunidades civis. O gabinete da ONU para a Coordenação dos Assuntos Humanitários calcula que, entre Outubro de 2002 e Fevereiro de 2003, na província do Kivu Meridional, foram violadas cerca de 5000 mulheres, uma média de 40 por dia.
Em muitos casos, as vítimas de violação são também, deliberadamente, feridas ou mortas.
Milhares de mulheres e raparigas foram forçadas a tornarem-se escravas sexuais ou combatentes, devido ao facto de terem sido raptadas ou como consequência da extrema pobreza em que vivem. Ao trauma das vítimas soma-se o alto risco de poderem contrair HIV. O tratamento médico e psicológico de que necessitam é praticamente inexistente em todo o país.
Os homicídios, as violações e os crimes de violência sexual que estão a ser cometidos na República Democrática do Congo constituem crimes de guerra e crimes contra a Humanidade, no entanto, quase nenhum dos responsáveis respondeu perante a justiça.
In Amnistia Internacional
dezembro 06, 2004
dezembro 03, 2004
Última Hora!!!!
Publicamos aqui, em primeira mão, o comunicado oficial de Jorge Nuno Pinto da Costa no que respeita à sua ausência do Tribunal de Gondomar durante a manhã.
(Reservamos o direito à não divulgação da fonte).
Pensavam que se livravam de mim assim tão facilmente?
(Reservamos o direito à não divulgação da fonte).
Pensavam que se livravam de mim assim tão facilmente?
novembro 30, 2004
novembro 29, 2004
Poema ao nosso PM
A Queda de Ícaro
Sonho que sou o Ministro eleito,
Aquele que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num acto a imensidade!
Sonho que uma decisão minha tem claridade
Para encher o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que pedem piedade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquele de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada!...
adaptado de "Vaidade" de Florbela Espanca
novembro 25, 2004
Escandaleira!!!
Numa das visitas que faço, regularmente, ao Jumento descobri que tinha sido hoje inaugurado o novo Portal do Turismo. Segui o link e descobri na página principal uma sugestão que muito me agradou, a da minha cidade natal - Tomar.
No entanto, depois do agrado veio a surpresa e a indignação logo a seguir.
Primeiro a surpresa:
"A maior e mais preciosa obra do Renascimento (?!) em Portugal, o Convento de Cristo, encontra-se na cidade berço dos Templários, Tomar"
Depois a indignação:
Deixei uma e depois mais outra sugestão/comentário com vista a corrigir o erro, e, espante-se, nenhuma delas pode ser vista online.
Pelos vistos os erros informáticos estão a alasttrar a todos os órgãos do Governo.
Alguém pare este virus!!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)